Mídias Sociais

Cidades

Cabo Frio promove roda de conversa no Dia Nacional de Combate ao Fumo

Thaiany Pieroni

Publicado

em

 

Nesta quarta-feira, 29, dia Nacional de Combate ao Fumo, o município de Cabo Frio realizará uma roda de conversa para tratar sobre o tema. A ação acontece na Sala 22 do PAM de São Cristóvão, das 14h às 17h. Não há limite de vagas, não é necessário inscrição para participar do debate e a entrada é gratuita.

Durante o encontro serão discutidas informações sobre o tabagismo, causas, sintomas e tratamentos. Em Cabo Frio, quem deseja parar de fumar pode fazer parte do Programa Municipal de Controle do Tabagismo, que acontece às segundas e terças na Sala 23 do PAM, das 14h às 17h. Em geral depois de inscritos, os interessados participam de quatro sessões em grupo, de três meses de tratamento e, de acordo com cada caso, reposição de nicotina.

“As pessoas estão mais conscientes dos problemas causados pelo cigarro e as campanhas têm papel fundamental nesse processo de amadurecimento e de conscientização dos males do fumo à saúde. Mas apesar dos avanços e da percepção por parte das pessoas de que fumar faz mal, ainda são muitos os casos de doenças e de mortes por doenças cardíacas devido ao consumo direto ou indireto do tabaco”, salientou Renata Moura, coordenadora do Programa Municipal de Controle do Tabagismo.

Vale lembrar que o uso de tabaco é um importante fator de risco para o desenvolvimento de doença coronariana, acidente vascular cerebral e doença vascular periférica. De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial de Saúde(OMS) as doenças cardiovasculares (DCV) matam mais pessoas do que qualquer outra causa de morte em todo o mundo.

O uso do tabaco e a exposição ao fumo passivo contribuem para aproximadamente 12% de todas as mortes por doenças cardíacas. Além disso, o consumo de tabaco é a segunda principal causa de DCV, após a hipertensão arterial. A epidemia global do tabaco mata mais de 7 milhões de pessoas a cada ano, dos quais cerca de 900 mil são não-fumantes, que morrem por respirar o fumo passivo.

Mais lidas da semana