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Representatividade: Histórias de coragem que vêm à tona nas Olimpíadas em Tóquio

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Por Priscila Schubert;

Assessora Jurídica; Especialista em Relações Internacionais. 

 

As Olimpíadas desde seu início no século VIII ac, têm sido fonte de inspiração com histórias de superação, motivação e resiliência. Para nós brasileiros, dentre muitas, surge a narrativa de uma mãe solo de 7 filhos, que abdicou da presença da filha Rebeca de apenas 09 anos, para incentivá-la a realizar o sonho de tornar-se uma ginasta e atleta de sucesso.

Hoje, Rebeca Andrade (22 anos), reconhecida mundialmente, conquistou nosso país com suas vitórias memoráveis nestas Olimpíadas. Como sabemos, em nosso país acreditar em algo do tipo, é quase inatingível, pois não existem políticas públicas, nem programas educacionais que incentivem o esporte como em tantos outros países.  Ainda assim, essa mãe acreditou e virou exemplo de obstinação e coragem, nestes jogos em Tóquio.

Emocionada, Daiane dos Santos (ex-atleta e comentarista), enfatizou a importância desta mulher, e a representatividade que ela trouxe à tona. Quantas mulheres; como a Rosa Santos, 51 anos, doméstica, mãe e arrimo de família, estão entre todos nós, superando desafios, transpondo obstáculos para construir arduamente o futuro de seus filhos.

Que esta, dentre muitas outras histórias, possa se tornar cada vez mais visível, e resulte em reconhecimento para muitas anônimas que convivem conosco todos os dias, cada uma com sua personalidade, peculiaridade, pouca ou muita estrutura, mas todas com a mesma “coragem” de subsistir ao grande desafio de ser mulher.

Foto: Lindsey Wasson / Reuters. 

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