Não é de hoje que Macaé se destaca na geração de empregos. Para além da região, o município agora é também uma referência no Estado do Rio de Janeiro. E os números recentes divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) comprovam isso. De acordo com o levantamento, a cidade alcançou a 5ª posição no ranking estadual em agosto, com 765 novas vagas. Macaé fica atrás somente da capital Rio de Janeiro, Duque de Caxias, Niterói e São Gonçalo.
Macaé se destaca ainda mais no acumulado do ano, sendo o 2º município do Estado do Rio com o maior saldo de empregos. Até aqui foram 6.559 novas oportunidades criadas, ficando atrás apenas da capital. E para se ter uma dimensão dessa conquista, basta citar que Macaé deixou para trás nesse ranking cidades de grande porte como Campos e Duque de Caxias.
“Macaé segue como destaque na geração de empregos. Só em agosto foram 765 novas vagas, e no acumulado do ano já são mais de 6.500, ficando atrás apenas da capital do estado. Proporcionalmente, Macaé tem o melhor resultado do Brasil, com 24 empregos a cada mil habitantes, o dobro da melhor capital. E ainda temos uma rotatividade menor que a média nacional, mostrando mais estabilidade para o trabalhador. Hoje, Macaé é de fato a capital da empregabilidade”, comentou o secretário de Trabalho e Renda, Rafael Manhães.
Cabe destacar também que agora em 2025 o saldo de 6559 novas vagas de empregos criadas supera até mesmo o desempenho de estados inteiros como Amapá (6.548), Acre (4.774), Roraima (2.688) e Alagoas, que fechou esse período em queda (-2.658).
Outro recorte interessante é que Macaé ficaria na 18ª posição geral mesmo não sendo uma capital. O município ainda superaria 10 capitais brasileiras incluindo Natal, Macapá, Aracaju, Maceió, Porto Velho, Palmas, Florianópolis, Boa Vista, Vitória e Rio Branco.
No ranking proporcional entre os estados, quem lidera é Mato Grosso, com 14,86 vagas criadas a cada mil habitantes em 2025. Em seguida aparecem o Distrito Federal (11,11), Santa Catarina (11,01), Mato Grosso do Sul (10,13) e Goiás (10,11). Já o pior desempenho ficou com Alagoas, que registrou saldo negativo de –0,79, ou seja, mais demissões do que contratações no período.
Quando a análise foca em Macaé, o município apresenta números ainda mais expressivos: foram 24,08 vagas geradas por 1.000 habitantes, superando com folga o melhor estado do país (Mato Grosso). Isso significa que, proporcionalmente, Macaé registrou a maior taxa de geração de empregos do Brasil em 2025, isolando-se como líder absoluto neste indicador.
Entre as capitais, o ranking proporcional é liderado por Cuiabá (12,87 vagas por 1.000 habitantes), seguida por Goiânia (12,14), João Pessoa (11,86), São Luís (11,77) e Curitiba (11,69). Mesmo assim, Macaé mais uma vez se destaca: o município, embora não seja capital, alcançou 24,08 vagas por 1.000 habitantes, praticamente o dobro do melhor desempenho entre as capitais, consolidando sua força na geração de empregos.
Outro ponto relevante é a taxa de rotatividade, que mede a movimentação de entradas e saídas no mercado de trabalho. Entre janeiro e agosto de 2025, Macaé registrou cerca de 27% de rotatividade, resultado melhor que o do estado do Rio de Janeiro (28,7%) e abaixo da média nacional (36,7%). Isso indica que, além de gerar muitas vagas, o município apresenta maior estabilidade nas contratações, oferecendo um ambiente menos instável para os trabalhadores.
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