Gestores de Macaé estiveram no Rio de Janeiro na última semana realizando uma visita técnica à unidade do Centro Municipal de Referência para Pessoas com Deficiência (CMRPCD) do Mato Alto, na Praça Seca.
A visita contou com a participação dos secretários de Saúde, Lucas Rodrigues, e de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária, Nayara Ribas, além da secretária executiva de Atenção Básica, Simone Sales, da coordenadora da Clínica do Autista, Lúcia Anglada, e da coordenadora-geral de Políticas para PCDs, Caroline Mizurine.
Durante a visita, os representantes de Macaé foram recebidos pela coordenadora das 7 unidades do CMRPCD, Danielle Favatto, que apresentou a unidade gerida pela Secretaria da Pessoa com Deficiência do Rio.
A iniciativa visa a criação de um CMRPCD em Macaé, que, diferente do modelo carioca, terá a proposta de ser integrado com serviços de diversas secretarias, nas áreas de saúde, educação, assistência social, cultura e esporte.
“Lá há uma secretaria autônoma, para o PCD, e eles não têm nem serviço de saúde, nem de educação e nem de assistência; eles oferecem ao usuário alguns serviços para reinserir na sociedade. No entanto, não oferecem nenhum serviço terapêutico de saúde. Então, essa pessoa precisa de um atendimento de um neuro, uma terapia com fono, um atendimento que seja terapêutico. Só que a nossa proposta aqui em Macaé é um local integrado, onde todas as secretarias, saúde, educação, cultura, esporte, vão estar dentro do mesmo local, ofertando serviço, tanto para a pessoa com deficiência quanto para o familiar”, contou a secretária executiva de Atenção Básica, Simone Sales.
Segundo o secretário de Saúde, Lucas Rodrigues, a previsão é de que o projeto do CMRPCD de Macaé seja entregue em 2026, para então dar início às obras, com objetivo de entregar a unidade à população em 2027.
“O governo Welberth Rezende (CIDADANIA) segue empenhado. Neste ano, realizaremos a entrega deste projeto do Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência (PCD) de Macaé. Este projeto, de grande relevância, foi aprimorado com base nessa experiência da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro. Nosso objetivo é planejar e executar a obra, de modo a entregá-la à população de Macaé no próximo ano”, revelou Lucas Rodrigues.
De acordo com a coordenadora-geral de Políticas para PCDs, Caroline Mizurine, durante a reunião no Rio, a conversa girou em torno de temas como orientação parental, autonomia e empregabilidade para PCDs, independentemente do diagnóstico ou da faixa etária.
“O motivo da visita foi conhecer o serviço oferecido para nos dar base na formulação do nosso processo, adaptando-o à nossa realidade. Nossa intenção é que um equipamento intersetorial moderno, com ampliação dos serviços municipais, possa ser estabelecido aqui”, reforçou Caroline Mizurine.
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