O encontro realizado nesta semana em Macaé entre o prefeito e a presidente da Equinor Brasil, Verônica Coelho, reforçou o protagonismo da cidade no setor energético nacional. Durante o encontro realizado no gabinete de Welberth, as partes discutiram detalhes do projeto Raia, considerado um dos principais empreendimentos de gás natural em desenvolvimento no país.
Em pauta estiveram também os impactos econômicos, sociais e tecnológicos do projeto. A fase de perfuração teve início em março na área do pré-sal da Bacia de Campos com a sonda Valaris DS-17. Macaé tem papel de destaque por possuir um dos principais pontos operacionais do projeto com o terminal de Cabiúnas. Isso porque um gasoduto de aproximadamente 200 quilômetros vai ligar a FPSO (Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência) diretamente ao terminal.
Macaé vive atualmente uma expansão econômica e um ambiente favorável a novos investimentos. O município tem realizado investimentos significativos na Segurança Pública, qualificação profissional e no desenvolvimento econômico de uma forma geral.
“Macaé apresenta índices de segurança que reforçam a confiança do investidor e demonstram a capacidade da cidade de receber grandes empreendimentos. Temos avançado em diversas políticas públicas, desde infraestrutura até educação e qualificação de mão de obra, preparando nossa população para as oportunidades geradas pelo setor de energia. O projeto Raia representa mais desenvolvimento, emprego e fortalecimento da nossa economia”, afirmou Welberth.
O projeto Raia é operado pela Equinor (35%), em parceria com a Repsol Sinopec Brasil (35%) e a Petrobras (30%). O empreendimento possui grande relevância à nível nacional quando o assunto é o abastecimento energético.
“O Brasil é um país de projetos pioneiros para a Equinor e Raia, com seu conceito inovador, materializa isso. Estamos cada vez mais próximos de alcançar o objetivo de contribuir com cerca de 15% da demanda nacional de gás em 2028, quando o projeto entrar em operação”, apontou Verônica.
O projeto esta ligado ao Governo Federal por meio do Novo PAC. Em linhas gerais, trata-se de um megaempreendimento de gás natural e petróleo na Bacia de Campos. Ele conta com um investimento de US$ 9 bilhões e ficará responsável por escoar 16 milhões de m³/dia de gás, respondendo por 15% da demanda nacional quando iniciar a operação em 2028.
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