Sindicato acompanha investigação sobre o acidente e presta apoio a familiares de trabalhadores que buscam informações sobre o caso.
O acidente envolvendo o rebocador segue sob investigação em Macaé. O Sindipetro-NF está acompanhando de perto o caso, na tentativa de apurar as causas e possíveis falhas que possam ser atribuídas ao episódio. O órgão afirmou ainda estar atuando junto aos familiares que buscam informações sobre trabalhadores e que também está à disposição para receber denúncias que possam levar a explicações sobre o incidente.
“Esse é um dos exemplos dos riscos que os trabalhadores offshore estão submetidos diariamente. Infelizmente a cidade ganha um ponto turístico a partir de uma situação de insegurança dos trabalhadores. Quando o Sindipetro-NF denuncia os casos que ocorrem no trabalho offshore como a terceirização de técnicos de segurança, de inspeção, a falta de efetivo e o descaso com a integridade das plataformas é porque os trabalhadores estão sempre em risco. A atividade offshore é realizada com alto grau de risco. Nós já passamos por vários acidentes graves”, explicou o coordenador do SindiPetro-NF, Sérgio Borges.
O coordenador afirmou também que o órgão segue acompanhando de perto o desenrolar das investigações e os próximos passos.
“Nós continuamos acompanhando o caso. Estamos fazendo parte da comissão que esta analisando e investigando o motivo do acidente com a embarcação. Também estamos nos colocando à disposição de familiares que estão com dúvidas e as vezes não conseguem informações suficientes das empresas responsáveis sobre a situação do trabalhador”, disse Sérgio.
O incidente envolvendo a embarcação levantou debates e questionamentos sobre segurança e possível falta de estrutura adequada para trabalhadores offshore. Sobre isso, o Sindipetro-NF também se mostrou aberto ao diálogo, afirmando estar disponível para receber e apurar qualquer tipo de denúncia.
“O trabalhador que tiver alguma denúncia que nos ajude a entender o que aconteceu nós pedimos que entre em contato para que possamos trabalhar para que esse e outros tipos de acidentes não voltem a acontecer na indústria do petróleo”, encerrou Sérgio.
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