O encerramento da XXXV Semana Teixeira e Sousa, realizado neste sábado (28), reafirmou o evento como um dos mais relevantes do calendário cultural de Cabo Frio. Com uma agenda diversificada distribuída por diferentes pontos da cidade, o público acompanhou uma série de atividades que integraram literatura, música e manifestações artísticas ao longo do dia.
Na Praça Porto Rocha, leitores e autores da região voltaram a se encontrar em um ambiente de troca e valorização da produção literária local. O espaço, já tradicional dentro da programação, estimulou o diálogo entre escritores e público, fortalecendo o vínculo comunitário e o incentivo à leitura.
Já no Charitas, a música ganhou protagonismo com a 122ª edição do projeto “Jovens Pianistas”. A apresentação da pianista Raquel Paixão trouxe um repertório dedicado à música brasileira, com destaque para composições de Chiquinha Gonzaga. A performance emocionou o público e evidenciou a importância de iniciativas voltadas à formação e visibilidade de novos talentos.
No Palácio das Águias, a 1ª Mostra Cabofriense de Artes Negras (MOCAN) – Abdias Nascimento ampliou o debate cultural ao destacar a produção de artistas negros do município. A iniciativa promoveu o encontro entre diferentes expressões artísticas e reforçou discussões sobre identidade, território e representatividade, consolidando-se como um marco na agenda cultural local.
Fechando a programação, o Baile Charme levou música e dança à Praça Porto Rocha, reunindo um público diverso em um momento de celebração e convivência. O clima descontraído marcou o fim de mais uma edição da Semana Teixeira e Sousa, que mais uma vez apostou na pluralidade como eixo central de sua proposta cultural.
Crédito: Mari Ricci
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