Reunião no dia 28 e audiência pública no dia 29, articuladas por Anderson Chaves, colocam o tema no centro da resposta política
O caso do Rio Una ganha dois capítulos decisivos em sequência no município de Búzios: Dia 28, uma reunião ampliada reúne autoridades, técnicos e moradores; no dia 29, a audiência pública leva a pressão ao plenário. No centro dessa engrenagem está o vereador Anderson dos Santos Chaves, responsável por transformar a crise ambiental em prioridade política no município.
O encontro do dia 28 contará com a presença do prefeito Alexandre Martins, além de representantes do INEA, da concessionária Prolagos, secretarias municipais e moradores. A expectativa gira em torno da apresentação do laudo da água coletada pela Secretaria de Clima e Sustentabilidade — análise solicitada por Anderson e considerada peça-chave para apontar a origem da contaminação.
Já no dia 29, a audiência pública convocada pelo vereador amplia o debate, institucionaliza a cobrança e expõe publicamente responsabilidades diante de um cenário que ainda carece de respostas conclusivas.
Embora o curso do rio esteja em área de Cabo Frio, os efeitos da poluição atingem diretamente o litoral de Búzios — com reflexos ambientais, sociais e econômicos.
Com dois movimentos consecutivos e estratégicos, Anderson Chaves não apenas pautou o tema: ele colocou o Rio Una no centro das decisões e sob pressão direta por solução e responsabilização.
Entenda a problemática do Rio Una
O Rio Una se tornou foco de preocupação crescente na Região dos Lagos por apresentar sinais recorrentes de degradação ambiental.
- Indícios de poluição: água com alteração de cor e odor, presença de resíduos e possível despejo irregular de efluentes
- Falta de diagnóstico conclusivo: ainda não há identificação oficial da origem da contaminação nem dos responsáveis
- Impacto direto em Búzios: embora parte do rio esteja em Cabo Frio, a foz influencia praias buzianas, afetando turismo, pesca e saúde ambiental
- Pressão social e institucional: moradores, entidades e o poder público intensificaram cobranças por investigação e resolução.
- Próximo passo decisivo: o laudo da água, solicitado pelo vereador, deve orientar medidas concretas e possíveis responsabilizações
O caso expõe um problema que ultrapassa limites territoriais e exige resposta integrada entre municípios e órgãos ambientais.
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