A quarta rodada da primeira fase do Campeonato Carioca foi excelente para a Cabofriense. A vitória conquistada fora de casa sobre o Bonsucesso deixou a equipe em uma situação bastante confortável na briga pela classificação. O time comandado pelo técnico Antônio Carlos Roy se isolou na liderança da chave, com 10 pontos. Matematicamente o clube ainda não está classificado, mas só uma combinação muito improvável de resultados na última rodada pode tirar a equipe da próxima fase.

A rodada só não foi perfeita para a Cabofriense por conta da vitória do Goytacaz sobre o Resende por 2 a 1, com direito a gol aos 53 minutos da etapa final. Com o triunfo diante de sua torcida, o Alvianil da Rua do Gás chegou aos 7 pontos e se manteve vivo na briga pela classificação. Se o Goyta tivesse ao menos empatado, a Cabofriense estaria matematicamente classificada.

“Enquanto não estivermos matematicamente classificados, não vamos comemorar. Vamos comemorar a vitória contra o Bonsucesso. O professor Roy dá sempre muita moral pra gente. Fui feliz na cobrança de falta, Deus me abençoou e pude ajudar a equipe”, declarou Davi Ceará, um dos destaques da Cabofriense no duelo contra o Bonsucesso, tendo marcado o primeiro gol da equipe na vitória por 2 a 0.

Na última rodada, a Cabofriense precisa apenas de um empate diante do América para sacramentar a classificação a próxima fase. As duas equipes se enfrentam no Estádio Giulite Coutinho. A rodada terá ainda o duelo entre Resende e Macaé no Estádio do Trabalhador e o embate entre Goytacaz e Bonsucesso no Elcyr Resende. Todos os jogos serão neste sábado, dia 13, às 16 horas.

A Cabofriense pode se classificar para a próxima fase até mesmo em caso de derrota. Mas para isso acontecer, Macaé e Goytacaz até poderiam vencer seus jogos, mas desde que não tirassem a diferença de quatro e seis gols no saldo em relação ao time de Cabo Frio. Cabe lembrar também que o adversário da Cabofriense, o América, já está eliminado e não tem mais nenhuma pretensão nesta primeira fase.

Sérgio Barcellos

Foto: Léo Borges